Painel Endeavor

Postado em Empreendedorismo, Oportunidades com as tags , , , , , em 25/06/2011 por João Paulo Lethier

Voltando a utilizar o blog, e querendo tornar isso mais frequente, aproveito para divulgar uma oportunidade para empreendedores que estão no início de uma empresa. O Instituto de Empreendedoresmo ENDEAVOR, que para quem não conhece promove vários eventos na área de empreendedorismo, além de investir na mesma, está promovendo o I Painel Internet ENDEAVOR, que terá inscrições até o dia 30 desse mês. Essa é uma oportunidade para empresas que já tenham faturamento há 3 anos e sejam voltadas para a internet, e funcionará com a escolha de 15 empresas após o término da insrcição, e após uma conversa com o time da ENDEAVOR, 10 dessas 15 serão escolhidas para se apresentarem diante de uma banca, que conta com as presenças confirmadas de Anibal Messa - Investidor-anjo do BuscaPé, Daniel Wjuniski - Empreendedor Endeavor, sócio do Portal Minha Vida, Edson Rigonatti - Sócio da Astella Investimentos e Paulo Veras - Sócio-fundador dos sites Imperdível e Guidu.

Para saber dos próximos eventos da ENDEAVOR, basta entrar no site http://www.endeavoreventos.org.br/.

Espaço do Torcedor

Postado em Empreendedorismo em 13/12/2010 por João Paulo Lethier

Galera, sei que é um pouco off-topic, mas quero aproveitar esse espaço aqui para dar uma força para meu pai. Há algum tempo atrás ele resolveu montar uma loja, inicialmente a idéia era que a loja fosse do flamengo, mas depois de discutirmos um pouco em família, resolvemos fazer uma loja para o torcedor, seja ele do Flamengo(principalmente, rsrs), Vasco, Fluminense(Atual campeão brasileiro, parabéns aos tricolores pelo feito!) ou Botafogo.

Aos poucos foi sendo feita a construção da loja e nessas últimas duas semanas estão sendo feito os acabamentos(por causa disso perdi um domingo de estudos para prova de redes, pelo menos passei, rsrs) como pintura. Além disso, encomendas foram feitas, os móveis foram comprados, e finalmente teremos a inauguração da loja, que ocorrerá nessa sexta(17/12).
Abaixo estão fotos de alguns produtos que teremos na loja, infelizmente não temos site para a loja ainda, mas estamos no começo, com o tempo vamos chegar lá, olhem os produtos, se se interessarem por algum, basta me procurar ou deixar um comentário no blog que passarei o interesse para minha mãe e minha irmã, pois elas que estão gerenciando a loja e saberão preço e quantidade em estoque.

Bolas infantis

Canecas e Cumbucas

Mais bolas

Chaveiro Projetor

 

Copos e Garrafas

Garrafas e Canecas

Squeeze

Mascotes

Quem puder, ajude a divulgar, de uma força para a gente ae!!!

Um pouco de GitHub e Heroku

Postado em Fork, Infomarka, Rails, Ruby, Tecnologia em 07/12/2010 por João Paulo Lethier

Alguns posts atrás, falei sobre o ForkInInfo que eu estou participando. Começamos com ruby, e terminamos há duas semanas atrás o livro que escolhemos de ruby e começamos a utilizar o livro RailsTutorial.

Em rails, estamos no começo, mas achei muito interessante o fato do livro que escolhemos utilizar o github e o heroku. São duas ferramentas grátis que são disponibilizadas para ajudar no desenvolvimento e no deploy de uma aplicação.

No caso do github, ele fornece repositórios públicos para termos um controle de versionamento e de configuração do nosso projeto, podendo quem quiser utilizar uma versão paga para ter acesso a repositórios privados. Quem já tem alguma experiência em desenvolvimento, sabe que é impossível desenvolver sem controle de versionamento, já utilizei e utilizo o Subversion, mas a experiência que eu tive com o git, me mostrou que é possível fazer mais coisas com o git, ter um controle melhor.

O heroku já é uma ferramenta para que possamos fazer deploy de nossa aplicação sem nenhum custo na internet. É simples a utilização dele, com uma simples linha de comando no Linux, a aplicação fica disponível na internet. Isso tira um pouco do trabalho do desenvolvedor, pois não é preciso desenvolver pensando no trabalho que se terá para fazer o deploy da aplicação depois.

Além das facilidades que elas oferecem, a instalação das ferramentas necessárias para utilização deles é fácil e explicada no primeiro capitulo do livro que estamos utilizando, espero ao longo do livro aprender mais sobre essas duas ferramentas, mas desde já acho que vale a pena para qualquer um experimentá-las.

Sentido do Trabalho

Postado em Empreendedorismo, Equipes, Processos em 20/11/2010 por João Paulo Lethier

Outro dia li um artigo sobre equipes, que uma amiga minha me enviou. Perguntei se ela podia me enviar mais materias do tipo e recebi um artigo entitulado Os Sentidos do Trabalho.

Jutando os dois, vou escrever aqui um pouco do que eu tirei de cada um.

Primeiro, na minha opinião, as melhores equipes são as equipes onde cada integrante é capaz de tomar decisões, realizar tarefas e entregar resultados sem precisar sempre perguntar e falar com o gerente. O artigo ainda fala que atualmente há uma tendência que as equipes não tenham um gerente, mas que o cargo de gerente seja revezado entre os integrantes, dividindo responsabilidade, tarefas, e ao mesmo tempo fazendo todos da equipe desenvolverem habilidades gerenciais.

Entrando no artigo sobre o sentido do trabalho, li e concordo que um trabalho que tenha sentido para o empregado, vai ser um trabalho bem-feito, com melhores resultados, mais eficiente, onde o empregado se sentirá bem, logo, trabalhará bem-humorado e renderá mais.

Mas o que é um trabalho ter sentido? Como faço para que um integrante de uma equipe, por exemplo, se motive a trabalhar, para que as tarefas tenham sentido para ele?

Primeiro, um trabalho tem que ter uma certa variedade, ninguém gosta de fazer exatamente a mesma coisa todos os dias, e a variedade de tarefas também agrega mais conhecimento a pessoa. Além disso, a maioria das pessoas gosta de trabalho que tenha um certo desafio, que não seja algo que qualquer um possa fazer, ou que um simples robô poderia ser programado para fazer.

Outro fator, é o trabalhador se identificar com o trabalho, se identificar com a tarefa, é ele realmente gostar do que está fazendo. Para isso pode ser dada uma certa autonomia ao empregado na hora de decisões sobre a tarefa à qual ele está encarregado.

O reconhecimento é outro fator que motiva uma pessoa. Todo mundo gosta de ser reconhecido no emprego, gosta de receber um elogio do chefe, gosta quando o chefe o defende, quando o indica para alguma oportunidade, resumindo, ninguém gosta de fazer o trabalho e não ter nenhum reconhecimento do chefe.

Mas o que isso tudo que escrevi tem a ver com equipe, que foi o assunto que comecei lá em cima? Numa equipe onde os integrantes possam tomar decisões sozinhos(autonomia), revezem o cargo de gerente(variedade, desafio) e faça as tarefas de forma inovadora, buscando sempre as melhores soluções e não sempre as mesmas, é mais fácil termos integrantes motivados  e identificados com as tarefas. Isso é algo que o Scrum prega, ao falar que toda a equipe deve estimar as atividades junta, pois quando fazemos isso, todos se comprometem com aquilo, todos querem cumprir o que foi planejado, pois todos ajudaram no planejamento, todos são responsáveis por isso.

Resumindo, é muito melhor trabalharmos num lugar onde somos reconhecidos, temos responsabilidades, com uma certa autonomia junto, desafios, fazemos algo que tenha sentido, que seja importante, ou seja, trabalharmos em algum lugar com o qual nos identificamos, pois trabalharemos com um humor melhor, ajudaremos mais, seremos mais eficientes, e provavelmente teremos maiores possibilidades de crescimento no futuro.

ForkInInfo

Postado em Fork, Infomarka, Ruby, Tecnologia em 06/11/2010 por João Paulo Lethier

Primeiro, pra quem não tem idéia do que seja o Fork, tentarei da uma explicado geral, apesar de não ser a pessoa mais aconselhada pra isso. O Fork seria como se fosse um grupo de estudos, onde uma galera se reuniria pra estudar algum conteúdo específico, a idéia do fork é essa.

Partindo dessa idéia, resolvemos começar um ForkInInfo, feito na Infomarka, e decidimos que pra esse primeiro estudaríamos a linguagem Ruby. Tivemos nosso primeiro encontro na última quinta, as 18hrs, na própria infomarka, revisamos os exercícios e conteúdos dos capítulos 1, 2, 3 e 4 do livro Aprenda a Programar, mas a discussão acabou indo um pouco além.

Nesses primeiros capítulos aprendemos sobre números, letras e outras coisas básicas, mas discutimos sobre alguns métodos, algumas práticas comuns em ruby e outras coisas um pouco mais além.

Discutimos também sobre as gems, instalação, melhor IDE, eu havia utilizado um editor de texto pra fazer os exercícios, mas decidimos que seria melhor todos usarem o Netbeans.

Bom, esse foi só o primeiro encontro, pro próximo decidimos estudar e fazer os exercícios dos próximos dois capítulos, e marcamos o encontro pra próxima quarta as 18hrs também na Infomarka.

Pra quem quiser estudar ruby, deixo aqui o link de um outro livro que cogitamos também utilizar no Fork, antes de optarmos pelo Aprenda a Programar, que foi o WHY.

Intuição Estratégica

Postado em Empreendedorismo em 20/10/2010 por João Paulo Lethier

Vi um programa muito bom na ManagementTv, uma entrevista com um cara que eu não conhecia, chamado William Duggan. Ele estava falando sobre o livro Strategic Intuition: The Criative Spark in Human Achievement, de sua própria autoria.

Uma idéia que ele levantou durante a entrevista é que as melhores idéias surgem quando a mente está relaxada, ou seja, não surgem normalmente em brainstorms, surgem quando estamos em casa, as vezes jogando um videogame, vendo um filme, com a cabeça relaxada, esvaziada das preocupações, dos problemas. A grande dificuldade nesse caso é esvaziar a mente, tirar os problemas da nossa mente, deixar ela relaxada.

Grandes idéias também surgem de combinações de outras idéias, e isso acontece na maioria das vezes. Na entrevista ele cita uma frase do Steve Jobs, ‘As pessoas criativas sentem um pouco de culpa porque na realidade não são originais’, pois combinam outras idéias, combinam coisas que já existem.

Ainda sobre idéias, 3 frases do próprio William Duggan durante o programa me fizeram pensar bastante sobre elas:

‘Tente executar uma idéia muito ruim por um tempo e descobrirá que as idéias importam’, onde eu volto a concordar com o meu post anterior e o livro GettingReal, pois pra evitar que eu descubra dessa maneira que as idéias importam, deixe a idéia em banho-maria pra ver se ela é interessante de verdade.

‘Os grandes artistas roubam, e Picasso foi definitivamente um grande artista”- Ou seja, temos que olhar pro que já existe a nossa volta, podemos fazer muita coisa com ferramentas que já existem e a partir delas criar outras, mas não precisar ser sempre originais.

‘Onde se deveria procurar elementos possíveis para mudar? Em todos os lugares!’ – Onde buscamos inovações pra mudar um processo, pra mudar uma funcionalidade, pra mudar uma maneira de fazer qualquer coisa que seja? Onde podemos buscar isso? Será que é em todos os lugares mesmo? Eu concordo com ele que sim, pois tudo que está a nossa volta pode trazer algum elemento que quando combinado com alguma idéia nossa, ou numa situação específica, pode fazer uma mudança positiva, que renda coisas boas pra frente.

GettingReal

Postado em Empreendedorismo, Processos, Tecnologia em 20/10/2010 por João Paulo Lethier

Quando comecei a trabalhar na infomarka, um dos meus objetivos era aprender a trabalhar com scrum, ganhar experiência nessa metodologia. Foi Montada a equipe da Meta, na qual entrei, e começamos a trabalhar seguindo essa metodologia, implantada através da experiência que o Bernardo já tinha com a mesma. Junto com a vivência da metodologia, comecei a ler o livro GettingReal, da 37Signals, sobre o qual pretendo falar um pouco nesse post.Uma das primeiras coisas que achei interessante no livro foi a idéia de tentar reduzir a massa, evitando decisões permanentes e processos burocráticos, e buscando sempre manter equipes pequenas, manter a simplicidade e membros multi-tarefas. Mas como buscar os pontos que reduzem a massa e evitar os que aumentam a massa? Uma maneira que o próprio diz pra mantermos a simplicidade é pra fazermos o essencial, ou seja, não nos preocuparmos com funcionalidades que não importam, e pra cada nova funcionalidade seguir os seguintes passos antes de aceitá-la:

1. Dizer não.

2. Forçar a funcionalidade a provar seu valor.

3. Se “não” novamente, pare aqui. Se “sim”, continue…

4. Esboce as telas/UI.

5. Crie as telas/UI.

6. Programe-as.

7-15. Teste, aperfeiçoe, teste, aperfeiçoe, teste, aperfeiçoe…

16. Cheque para ver se o texto da ajuda precisa ser modificado.

17. Atualize o tour do produto (se necessário).

18. Atualize a cópia de marketing (se necessário).

19. Atualize o Termo de Prestação de Serviço (se necessário).

20. Cheque se alguma promessa foi quebrada.

21. Cheque se a estrutura de custos foi afetada.

22. Publique.

23. Cruze os dedos.

Outra coisa que devemos fazer pra manter a simplicidade é irmos devagar com as nossas idéias, pois geralmente quando começamos um projeto, seja de software, ou em qualquer outra área, estamos cheio de idéias inovadores, idéias brilhantes. Tome cuidado com isso, pois uma idéia que parece ser brilhante pode não ser tão brilhante daqui a uma semana, ou daqui a um dia. Por isso, pra cada nova idéia que surgir, deixe ela em “banho-maria”, encoste ela por uma semana, e ao final dissoveja se ela realmente é tão brilhante, se ela continua parecendo tão inovadora, tão interessante de se fazer.Em relação as idéias ainda, uma idéia brilhante nada mais é que um multiplicador.

No livro os autores trazem melhor sobre isso, mostrando o seguinte quadro:

Idéia Péssima = -1

Idéia Fraca = 1

Idéia mais ou menos = 5

Boa Idéia = 10

Grande Idéia = 15

Brilhante Idéia = 20

Nenhuma execução = $1

Execução Fraca = $1.000

Execução mais ou menos = $10.000

Boa Execução = $100.000

Grande Execução = $1.000.000

Brilhante Execução = $10.000.000

Ou seja, não adianta termos a idéia se não executarmos bem ela, e se a idéia for boa, execute rápido, não perca tempo, execute rápido e veja o que as pessoas acham.

Um tema que o livro traz que eu tive a oportunidade de vivenciar na equipe da Meta, foi que muitas reuniões atrapalham o desenvolvimento. Faça reuniões quando necessário, e cronometre a reunião, pra evitar que a mesma fuja do tema e acabe durando muito mais tempo além do necessário.

Bom, o livro traz muitas outras informações interessantes, recomendo a leitura, principalmente pra quem for da área de TI, segue o link do livro: https://gettingreal.37signals.com/GR_por.php

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